quarta-feira, 2 de maio de 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Vamos utilizar galerinha.
Bibliotecas digitais complementam o ensino em sala de aula
Preparamos uma seleção com 10 bibliotecas virtuais onde você pode baixar gratuitamente diversos clássicos da literatura, entre outras obras
Júlia Pinto e Gabriela Portilho
O que são as bibliotecas digitais? Saiba mais
Brasiliana USP http://www.brasiliana.usp.br/
A biblioteca que ainda não tem residência física definitiva na Universidade de São Paulo já tem uma pequena porcentagem do seu acervo online focado em autores brasileiros ou obras ligadas à cultura nacional em domínio público. Em destaque, três volumes com gravuras de Debret durante sua viagem pelo Brasil no século 19, todas as primeiras edições da obra de Machado de Assis, José de Alencar e Olavo Bilac e a Coleção da Klaxon, uma das principais revistas do movimento modernista paulistano. Boa parte das obras raras acompanha textos de apresentação feitos pelos pesquisadores.
Domínio Público http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp
Desenvolvida pelo Ministério da Educação, nesta biblioteca são disponibilizados gratuitamente cerca de 180 mil textos, além de imagens, arquivos de som e vídeo. O site conta com rico acervo de publicações na área de educação. Lá, você ainda encontra as obras completas de Machado de Assis e um grande acervo de poesias de Fernando Pessoa. A biblioteca possui também diversas músicas eruditas brasileiras, e inúmeros textos de literatura infantil, além dos Compilados sobre Legislação Educacional.
Biblioteca Nacional http://www.bn.br/portal/
Um dos maiores acervos do país já tem boa parte da sua versão virtual catalogada, principalmente na área de periódicos. Apesar de conter um certo número de materiais literários, o foco da biblioteca catalogada ainda são os mapas, fotografias e periódicos. Vale conferir a versão original dos Lusíadas, a Bíblia em latim, e a Coleção Teresa Cristina - uma série de documentos doados ao museu pela mulher de Dom Pedro II com registros riquíssimos do Império.
Arquivo Público do Estado de São Paulo http://www.arquivoestado.sp.gov.brUma excelente opção para aqueles que procuram arquivos históricos relacionados ao Estado de São Paulo Jornais, o Arquivo Público do Estado traz uma série de revistas, Fotografias, vídeos e anuários estatísticos. Entre os destaques do acervo está um conjunto documental com cartas trocadas pelos chefes do movimento sobre a Revolução de 1924. A seção Memória da Educação é um prato cheio para professores, apresentando publicações de caráter histórico que nos remetem ao universo escolar em São Paulo nos séculos 19 e 20.
Acervo Digitais de Cordeis da Biblioteca de Obras Raras de Átila de Almeida - UFPB http://cordeis.bc.uepb.edu.br/index.php
Considerando a riqueza da peculiaridade da cultura nordestina, a biblioteca traz cerca de 9 mil títulos e 15 mil exemplares de cordéis da Biblioteca de Obras Raras Átila Almeida, cuja mantenedora é a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). A biblioteca apresenta-se como a maior guardiã no Brasil desse tipo de acervo tanto no que diz respeito às questões de ordem quantitativa como qualitativa (estado de conservação e organização das peças).
Biblioteca Digital Paulo Freire http://www.paulofreire.ce.ufpb.br/paulofreire/principal.jsp
Também pertencente à Universidade Federal da Paraíba, a biblioteca traz um rico acervo sobre o educador que inclui seus textos, livros, textos didáticos, correspondências e, inclusive, diversas críticas e análises relacionadas a seu trabalho.
Biblioteca Digital Mundial http://www.wdl.org/pt/about/
Criada pela UNESCO, a Biblioteca Digital Mundial disponibiliza na Internet, gratuitamente, e em formato multilíngue, importantes de literatura, áudio, mapas e fotografias provenientes de países e culturas de todo o mundo. As pesquisas podem ser feitas em sete línguas diferentes e as buscas, feitas por período.
Coleção Aplauso http://aplauso.imprensaoficial.com.br/
Traz biografias de artistas, cineastas e dramaturgos nacionais; além de roteiros de cinema, peças de teatro e a história de diversas emissoras de TV. Caso o leitor prefira a versão impressa, todos eles podem ser encontrados em livrarias de todo o país;
Wikilivros http://pt.wikibooks.org/wiki/Wikilivros
Projeto da Wikimedia Foudation dedicado ao desenvolvimento colaborativo de livros, apostilas, manuais e outros textos didáticos de conteúdo livre. São diversos temas em diversas línguas. Há uma versão da página em português.
Banco de Dados de Livros Escolares Brasileiros (1810 a 2005) - FEUSP http://www2.fe.usp.br/estrutura/livres/index.htm
Banco de dados que disponibiliza pela internet o acesso à produção das diversas disciplinas escolares brasileiras desde o século XIX até os dias atuais e fornece referenciais e fontes. A organização do LIVRES caracteriza-se por ser alimentado e ampliado constantemente pelas pesquisas de uma equipe de especialistas da área, que analisam o livro.
http://revistaescola.abril.com.br/fundamental-2/bibliotecas-digitais-complementam-ensino-sala-aula-681271.shtml
terça-feira, 20 de março de 2012
De valor a sua escola!!!
Mais de 730 mil crianças e jovens estão fora da escola
O Brasil ainda tem mais de 730 mil potenciais alunos com idade entre 6 e 14 anos fora das salas de aula
Elisângela Fernandes (novaescola@atleitor.com.br). Colaboraram Anderson Moço, de Crato, CE, Beatriz Vichessi, de Marabá, PA, e Rodrigo Ratier, de Teresina, PI
A distância da escola e problemas familiares impedem Pedro de voltar a estudar há mais de um ano na cidade de Marabá Pedro*, 8 anos, é um menino calado. Ele gostava de ir à escola, mas há mais de um ano não frequenta uma sala de aula. O problema começou quando a família chegou a Marabá, a 485 quilômetros da capital do Pará. Os pais estão à procura de emprego e ficam pouco em casa. "A gente não leva ele para a escola porque é longe. Meu marido tem problema de coração e não pode ficar sozinho. Ele também não pode nos acompanhar porque passa mal", conta a avó do garoto.
Infelizmente, a situação de Pedro não é única. Mais de 730 mil crianças e jovens de 6 a 14 anos estão fora da escola como ele. O número, calculado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2009, demonstra que, apesar de 97,7% da população dessa faixa etária frequentar a escola, ainda estamos longe da universalização.
Há um inegável avanço desde a década de 1990, mas o percentual de 2,3% esconde um enorme contingente de meninos e meninas. "Para que eles sejam incluídos no sistema público de ensino, é fundamental saber quem são, onde moram e quais dificuldades enfrentam", afirma Maria de Salete Silva, coordenadora de Educação do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no Brasil.
Além de tornar universal o acesso ao Ensino Fundamental (obrigatório desde a Constituição de 1988), o país tem a meta de ampliar até 2016 o atendimento aos que possuem de 4 a 16 anos. "Isso representa trazer para os bancos escolares mais de 3,5 milhões de crianças e jovens", avalia Eduardo Luiz Zen, pesquisador do Ipea. Ele calcula que, com base no custo anual por aluno de 2009, o investimento para essa ampliação é de aproximadamente 10 bilhões de reais, cerca de 0,3% do PIB nacional.
"É bom comemorar que quase 98% estão na escola, mas não dá pra achar que está resolvido", enfatiza Maria do Pilar Lacerda Almeida e Silva, secretária de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC).
Segundo o relatório Situação da Infância e da Adolescência Brasileira 2009 - O Direito de Aprender, do Unicef, o universo fora da escola está principalmente na Amazônia Legal, no semiárido e nas periferias de grandes centros. A dificuldade afeta, sobretudo, crianças negras, de baixa renda, em situações de vulnerabilidade e instabilidade familiar ou aquelas que possuem necessidades educacionais especiais (NEEs).
NOVA ESCOLA foi a Marabá, na Amazônia, a Crato, a 588 quilômetros de Fortaleza, no semiárido, e às periferias de São Paulo e Teresina, com a ajuda dos conselhos tutelares, para contar a história de Pedro e de outros quatro jovens e crianças que, assim como ele, têm negado o direito à Educação.
Vulnerabilidade social
Infelizmente, a situação de Pedro não é única. Mais de 730 mil crianças e jovens de 6 a 14 anos estão fora da escola como ele. O número, calculado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2009, demonstra que, apesar de 97,7% da população dessa faixa etária frequentar a escola, ainda estamos longe da universalização.
Há um inegável avanço desde a década de 1990, mas o percentual de 2,3% esconde um enorme contingente de meninos e meninas. "Para que eles sejam incluídos no sistema público de ensino, é fundamental saber quem são, onde moram e quais dificuldades enfrentam", afirma Maria de Salete Silva, coordenadora de Educação do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no Brasil.
Além de tornar universal o acesso ao Ensino Fundamental (obrigatório desde a Constituição de 1988), o país tem a meta de ampliar até 2016 o atendimento aos que possuem de 4 a 16 anos. "Isso representa trazer para os bancos escolares mais de 3,5 milhões de crianças e jovens", avalia Eduardo Luiz Zen, pesquisador do Ipea. Ele calcula que, com base no custo anual por aluno de 2009, o investimento para essa ampliação é de aproximadamente 10 bilhões de reais, cerca de 0,3% do PIB nacional.
"É bom comemorar que quase 98% estão na escola, mas não dá pra achar que está resolvido", enfatiza Maria do Pilar Lacerda Almeida e Silva, secretária de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC).
Segundo o relatório Situação da Infância e da Adolescência Brasileira 2009 - O Direito de Aprender, do Unicef, o universo fora da escola está principalmente na Amazônia Legal, no semiárido e nas periferias de grandes centros. A dificuldade afeta, sobretudo, crianças negras, de baixa renda, em situações de vulnerabilidade e instabilidade familiar ou aquelas que possuem necessidades educacionais especiais (NEEs).
NOVA ESCOLA foi a Marabá, na Amazônia, a Crato, a 588 quilômetros de Fortaleza, no semiárido, e às periferias de São Paulo e Teresina, com a ajuda dos conselhos tutelares, para contar a história de Pedro e de outros quatro jovens e crianças que, assim como ele, têm negado o direito à Educação.
Vulnerabilidade social
Felipe chora ao contar sua história. Dependente de crack, vive entre centros de reabilitação, abrigos e a casa da família, em São José do Egito Felipe*, 11 anos, é dependente químico. Passou por centros de reabilitação, abrigos e tem recaídas ao voltar para casa. Em maio, estava na Associação Cristã Esperança e Vida (Acev), em Crato, sem estudar. Ele diz não ter boas lembranças da escola e nunca conseguiu completar um ano de estudos. Sem finalizar o tratamento na Acev, voltou para a casa dos pais, em São José do Egito, a 404 quilômetros do Recife. Segundo o Conselho Tutelar, continua fora da sala de aula e não foi aceito por causa de sua agressividade.
A pesquisa mais recente sobre o que leva os mais jovens a abrigos foi feita em 2004 pelo Ipea e mostra que, assim como aconteceu com Felipe, a convivência com as drogas é uma das causas. O relatório O Direito à Convivência Familiar e Comunitária: Os Abrigos para Crianças e Adolescentes no Brasil aponta que entre os motivos para a saída de casa estão a carência de recursos materiais (24,5%), o abandono por pais ou responsáveis (18,8%), a violência doméstica (11,6%), a dependência química de pais ou responsáveis (11,3%) e a vivência na rua (7%). Entre as 20 mil crianças e jovens dos 589 abrigos analisados, a maior parte se enquadra na faixa etária de 7 a 15 anos.
A pesquisa mais recente sobre o que leva os mais jovens a abrigos foi feita em 2004 pelo Ipea e mostra que, assim como aconteceu com Felipe, a convivência com as drogas é uma das causas. O relatório O Direito à Convivência Familiar e Comunitária: Os Abrigos para Crianças e Adolescentes no Brasil aponta que entre os motivos para a saída de casa estão a carência de recursos materiais (24,5%), o abandono por pais ou responsáveis (18,8%), a violência doméstica (11,6%), a dependência química de pais ou responsáveis (11,3%) e a vivência na rua (7%). Entre as 20 mil crianças e jovens dos 589 abrigos analisados, a maior parte se enquadra na faixa etária de 7 a 15 anos.
segunda-feira, 12 de março de 2012
Conteúdo das avaliações de Ciências.
6 ano
1) Humanos seres sociais.
- Identidade.
- Família e sua importância.
- Ciclo vital.
2) Pele: a fronteira do corpo
- Funções
- Características
- Anexos
7 ano
1) Você sabe o que comer?
- Nutrição
- Alimentação saudável
- Nutrientes.
2) Como o corpo obtém energia
- Sistema respiratório.
- Sistema digestório.
- Sistema excretor.
8 ano
1) Força e movimento
- Leis de Newton.
- Força da resistência do ar, gravidade e atrito.
2) Maquinas
- Alavancas.
- Roldanas.
- Plano inclinado.
3) O movimento do corpo humano
- Sistema locomotor (sistema muscular e esquelético)
9 ano
1) Conexões
- Sistema nervoso.
- Drogas.
- Sistema endócrino.
DATA DAS AVALIAÇÕES DE CIÊNCIAS 1º bimestre
6º ano - 26/03 (Segunda-feira).
7º ano - 26/03 (Segunda-feira).
8º ano - 30/03 (Sexta-feira).
9º ano - 26/03 (Segunda- feira).
7º ano - 26/03 (Segunda-feira).
8º ano - 30/03 (Sexta-feira).
9º ano - 26/03 (Segunda- feira).
segunda-feira, 5 de março de 2012
Trabalhos que serão realizados no 1º bimestre.
6º ano
Tema:
Adaptações dos animais e os anexos da pele.
Os
anexos da pele são importantes adaptações dos animais. Diversos tipos de
estruturas sensoriais conferem à pele a função de relacionamento com o meio
ambiente pode ser para a proteção, reprodução ou alimentação.
Pesquisa individual
Faça
uma pesquisa dos animais descrevendo como os anexos da pele auxiliam na sua
sobrevivência. Ilustre com figuras estas adaptações.
·
Escamas
dos répteis.
·
Penas
das aves aquáticas.
·
Penas
e o vôo.
·
Espinhos
do porco espinho.
·
Garras
dos felinos.
·
Unhas
das aves de rapina.
·
Cascos
dos animais como cavalo, boi, anta, etc.
Orientações
-
O trabalho devera ser realizado individualmente.
-
O trabalho devera se feito manuscrito em folhas pautadas.
-
O trabalho devera conter uma capa constando o título da pesquisa (tema), o nome
da escola e o nome do aluno.
-
O trabalho terá o valor de 3,0 pontos.
-
O trabalho deverá ser entregue no dia 30/03/2012 (sexta-feira).
7º ano
Tema: Doenças do sistema digestório e
respiratório.
O
sistema digestório e o sistema respiratório trabalham juntos na produção de
energia para o organismo, porém em alguns momentos eles são afetados por vírus
ou bactérias que comprometem o seu bom funcionamento.
Pesquisa
individual
Faça
uma pesquisa sobre uma doença que atinge o sistema digestório e uma doença que
atinge o sistema respiratório.
·
Roteiro
- Como é causada
a doença (vírus, bactéria, outras causas).
- Sintomas da
doença.
- Tratamento
(quando houver).
- Prevenção.
Orientações
-
O trabalho deve ser feito manuscrito em folha pautada.
-
Devem-se seguir as normas de trabalho escrito com capa, introdução,
desenvolvimento, conclusão e referencias bibliográficas.
-
E aconselhável colocar figuras que ilustrem estas doenças.
-
Data da entrega: 30/03
-
O trabalho tem valor de 3,0 pontos.
9º Ano
Tema:
Drogas e seus efeitos no sistema nervoso.
-
Principal tópico: Como as drogas chegam ao cérebro e atingem o sistema nervoso.
Pesquisa
em grupo
·
Formar
grupos de dois alunos.
·
Cada
grupo ira pesquisar sobre uma droga os seus efeitos no sistema nervoso, montar
um painel com o resultado da pesquisa e apresentar aos colegas
- Data: 05/03 – Pesquisa.
- Data: 12/03 – montagem dos painéis.
- Data: 19/03 – Apresentação aos
colegas.
·
Modelo
do painel.
Temas
1. Álcool
– Mateus e Luis Gustavo.
2. Cigarro
– Bruna e Jessica.
3. Maconha
– Jean e Carlos
4. Cocaína
– Renata e Beatriz
5. Inalantes
– Lucas da Conceição e Ana Clara.
6. Crack
– Lucas Alves e Pedro.
7. Drogas
sintéticas – Luis Henrique e Fabrício.
·
O trabalho tem valor de 3,0 pontos.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Vale a pena navegar!
Visitem o site da Tv escola lá tem vídeos sobre todas as disciplinas e dos mais variados assuntos e ainda podem acessar também a revista tudo gratuito.
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